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Sai pra lá, chulé!

Cuidados diários podem evitar ou minimizar o chulé
Ele existe, atrapalha a vida de quem tem e incomoda quem sente. O chulé, chamado pelos médicos de bromidose plantar, faz parte da vida de muita gente, infelizmente a contragosto. A causa do problema está ligada ao suor excessivo e também à conservação e ao material dos calçados, além do tipo de meia que você usa. A falta de higiene costuma agravar a situação.

Como não existe tratamento definitivo contra o chulé, o jeito é ir controlando o mau cheiro a partir de cuidados diários.

E a melhor forma de prevenir o desagradável problema é lavar e secar bem os pés, especialmente entre os dedos, a fim de evitar a proliferação de fungos e bactérias, que se alimentam da pele e do suor, ocasionando o mau cheiro. 

As meias precisam ser trocadas diariamente, e não devem ser de material sintético, que faz o pé transpirar ainda mais.

É importante também evitar sapatos fechados quando estiver calor e não usar o mesmo calçado em dias seguidos. Após o uso, deixe seu sapato tomando um arzinho durante 24 horas. E não deixe de limpar seu calçado por dentro a cada 15 dias.

Calçados de plástico e borracha, incluindo chinelos e sandálias, facilitam a produção de suor, concentram mais a umidade e impedem a ventilação dos pés. Por isso, se você tem tendência ao chulé, é melhor ficar longe deles. Usar tênis sem meia também é proibido. 

Talcos próprios para os pés são boas pedidas, porque absorvem a umidade e contam com substâncias antissépticas. Eles devem ser usados após o banho ou antes de você calçar o sapato.

E não deixe de esfoliar os pés semanalmente e fazer uso da bucha vegetal no banho, esfregando-a especialmente na sola dos pés, eliminando assim as células mortas.
 
Texto: Vanessa Cusumano


Fio dental, pra que te quero?

Fio dental garante sorriso bonito e saudável
Existe uma máxima que diz: “não se deve passar fio dental em todos os dentes, somente naqueles que você quiser conservar”. O autor da frase é desconhecido, mas os resultados são mais do que comprovados.

De acordo com os dentistas, o fio dental é essencial para remover a placa bacteriana que fica entre os dentes, onde a escova não consegue alcançar. Desse modo, a limpeza diária e correta com o fio aumenta as chances de seus dentes e gengivas se manterem saudáveis e seu hálito fresco.

Tão importante quanto a escovação dos dentes, o fio dental, no entanto, acaba não sendo usado por todo mundo, seja em função da correria diária ou porque algumas pessoas sentem um certo incômodo. Neste caso, é preciso insistir. Acredite, em pouco tempo a dor pára e passar fio dental vira um hábito tão natural quanto escovar os dentes.

Há ainda quem reclame de sangramento na gengiva após o procedimento. Mas é aí que o fio se faz ainda mais necessário, pois esse sangramento pode ser um sinal de doença na gengiva. E é justamente o uso do fio que pode curá-la. Com isso, o sangramento deve parar em poucos dias, conforme suas gengivas se tornam mais saudáveis. Se ele persistir, consulte o seu dentista.

Qual usar

O mercado traz hoje fios e fitas dentais encerados ou não. Se seus dentes forem muito juntos, prefira o fio. Lembrando que fios e fitas encerados facilitam as manobras de limpeza. Há ainda fios e fitas multifilamentados e monofilamentados (PTFE). Os primeiros são compostos de várias fibras de nylon, porém elas podem se rasgar ou desfiar se os dentes estiverem muito juntos. O fio de filamento único desliza mais facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço, e é bem mais difícil de se romper. Se você usa aparelho, saiba que há fios ortodônticos e acessórios próprios – como o passa-fio – que podem te ajudar. 

Quando usar

O certo é utilizar o fio dental três vezes ao dia. Se isso for impossível para você, não deixe de usá-lo pelo menos à noite e de forma bem caprichada. O ideal é que ele entre em ação antes da escovação, para garantir que a escova termine o trabalho de limpeza.


Como usar


a. Enrole 45 centímetros de fio ao redor dos dedos médios, deixando uns dez centímetros entre os dedos

b. Segurando o fio dental entre o polegar e o indicador das mãos, deslize-o levemente para cima 

c. Quando atingir a gengiva, curve o fio na forma de "C" ao redor do dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva (sem forçar o fio contra a gengiva, pois você pode se machucar)

d. Deslize suavemente o fio para baixo e para cima 3 a 4 vezes, incluindo a parte posterior dos seus últimos dentes lá de trás

e. Cada espaço entre os dentes deve ser limpo dos dois lados

f. Para remover o fio, use movimentos suaves de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes

g. Conforme você passa de um dente a outro, desenrole uma nova seção de fio do dedo de uma mão e enrole o fio usado no dedo da outra mão

Texto: Vanessa Cusumano


Você já limpou sua língua hoje?

Limpar a língua é tão importante quando escovar os dentes e passar fio dental
Escovar os dentes e passar fio dental todos os dias são hábitos corriqueiros e quase automáticos, né? Mas, e a língua? Você sabia que ela também deve ser higienizada diariamente? Isso evita o mau hálito e mantém a saúde da boca em dia.

O costume é antigo e difundido entre muitos povos. Na Índia, por exemplo, limpar a língua é bem comum. Mas o hábito é quase desconhecido no ocidente, e deveria fazer parte da nossa rotina.

E o que a gente ganha com isso? Por ser rugosa, a língua é um ambiente propício para acumular restos alimentares e bactérias que podem causar infecções e mau hálito. Ou seja, uma língua limpa corretamente é sinônimo de boa saúde.

Mas quando e como limpar?

Os dentistas recomendam limpar a língua de uma a duas vezes por dia. O ideal é fazer isso após a escovação do dentes e com a ajuda de um raspador ou limpador de língua (facilmente encontrado nas farmácias), desenvolvido especialmente para eliminar a camada branca acinzentada, conhecida como saburra, que abriga restos alimentares e bactérias.

Você também pode tentar usar as cerdas da escova de dentes, o que pode causar desconforto, provocando náuseas. Com o uso correto do limpador, esse problema não existe.

Para usar o raspador, coloque a língua para fora o máximo possível e arraste o aparelho de trás para frente, do fundo da boca até a ponta da língua, pressionando levemente.  Faça isso algumas vezes, até a língua ficar rosada, lavando o raspador em água corrente. Enxágue a boca.

Algumas escovas dentais trazem um limpador de língua na parte posterior. Neste caso, se não sentir desconforto, você pode usá-lo pressionando-o contra a língua e puxando-o vagarosamente para frente, em movimento único. O mesmo pode ser feito com as cerdas da escova.

Limpar a língua pode ser um pouco desconfortável no começo, porém, com o tempo você irá se acostumar. Comece aos poucos, de forma tranqüila e lenta, respeitando seus limites.
 
Texto: Vanessa Cusumano


Mel: o néctar da beleza e da boa saúde

O mel é antioxidante, antiinflamatório, cicatrizante e expectorante
Gostoso e benéfico, que tal? Rico em vitaminas A, C, D e E, o mel é considerado um dos alimentos mais ricos da natureza. Mais do que uma fonte de energia, ele nos deixa mais saudáveis e bonitas. A iguaria conta com propriedades antioxidantes, antiinflamatórias, antibacterianas, cicatrizantes, antifúngicas e expectorantes.

Além de ser infinitamente mais saudável do que o açúcar refinado, o mel também ajuda na digestão e na eliminação de toxinas, equilibra a flora intestinal, hidrata a pele e o cabelo, previne manchas, rugas e flacidez, fortalece o sistema imunológico e atua contra o envelhecimento precoce. 

Por essas e outras, o mel é uma ótima opção para adoçar bebidas de forma natural, podendo também ser usado em receitinhas caseiras ou em cosméticos enriquecidos com a substância.

Em casa, basta fazer uma pastinha de mel e açúcar refinado para ter um excelente esfoliante capaz de hidratar a pele. Basta espalhar a mistura delicadamente em movimentos circulares e deixá-la por uns 3 minutos na pele antes de enxaguar. 

Olhos e lábios desvitalizados ganham vida graças à misturinha de 1 colher de água com 1/2 colher de mel puro. Aplique nas pálpebras (inferiores e superiores), de dentro para fora. Passe nos lábios também, friccionando um no outro para ajudar a absorção. Em seguida, dê batidinhas com as pontas dos dedos para ativar a circulação. Deixe três minutos e enxague.

E que tal um saboroso e saudável parfait no café da manhã? Misture 2 colheres (sopa) de suco de laranja com um pote de iogurte natural desnatado. Numa xícara para sopa, faça uma camada de granola, coloque metade do iogurte e frutas picadinhas. Regue com 1 colher (sopa) de mel e acrescente castanhas de caju picadas. Repita as camadas com o restante dos ingredientes.

Fique de olho!

• Nem tudo é doce. Se ingerido em excesso, o mel pode desequilibrar a balança (uma colher se sopa de mel tem 62 calorias).

• O mel não deve ser consumido por grávidas, lactantes, pessoas com diabetes e crianças menores de 5 ano de idade.

• Na hora da compra, observe se o mel possui selo de pureza, informações sobre a procedência e selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura.

Texto: Vanessa Cusumano


7 dicas para você dar um basta na sua dor de cabeça

Atitudes simples curam e previnem diferentes tipos de dor de cabeça
São três os tipos de dores de cabeça que acometem grande parte da população: cefaléia tensional, em salvas e a temida enxaqueca. 

A primeira é caracterizada por uma pressão em toda a região frontal da cabeça em ambos os lados, como se uma faixa estivesse nos apertando.

A cefaléia em salvas normalmente atinge um lado só e acomete a região dos olhos e das têmporas. Neste caso, a dor é extremamente forte e pode vir acompanhada de lacrimejamento, congestão nasal e coriza. 

Já a enxaqueca é bastante complexa e costuma juntar dor, que pode estar localizada em qualquer região da cabeça, com enjôos, vômito, alterações visuais, aversão à claridade e cheiros, mau humor e irritabilidade. Porém, existem casos de crises de enxaqueca sem que haja dor de cabeça. 

Algumas medidas simples, no entanto, podem prevenir e remediar todos esses sintomas. Elas são fáceis, naturais, baratas e não apresentam contra-indicação. Experimente!

7 curas naturais para a dor de cabeça

Beba chá de gengibre
Rale o equivalente a dois dedos de gengibre fresco e adicione na água fervente. Abafe e aguarde 10 minutos antes de beber.

Aplique óleo de hortelã ou de lavanda
Faça uma leve massagem com o óleo perto do seu couro cabeludo. Você ficará relaxada e sem dor

Consuma mais pimenta
A substância que arde também cura. Presente nas pimentas vermelhas, a capsaicina tem propriedades analgésicas, o que ajuda a diminuir a dor. Procure apimentar um pouco suas refeições. 

Evite queijos
Eles são ricos em uma substância chamada tiramina, que costuma ser a causa de boa parte das dores de cabeça na maioria das pessoas.

Fique longe do elástico de cabelo
Quanto mais apertado o rabo-de-cavalo, maior será a dor. Isso porque o elástico causa dor por compressão externa. Isso também acontece por causa de presilhas e tiaras muito apertadas. Se você prendeu o cabelo e ficou com dor, solte os fios e massageie o couro cabeludo.

Fuja de cheiros fortes
Aromas muito intensos, em especial os artificiais, podem desencadear crises fortes. Cuidado com produtos de limpeza, cosméticos e aromatizadores de ambientes.  

Relaxe
Faça uma compressa fria com hortelã, lavanda, alecrim, manjerona e camomila. Torça a toalha ligeiramente e a coloque sobre os olhos. Deite-se confortavelmente e relaxe por 30 minutos. Isso ajuda a diminuir a dor de cabeça.

Texto: Vanessa Cusumano


10 razões para você virar fã do óleo de coco

O óleo de coco traz inúmeros benefícios à saúde, mas requer moderação
O óleo de coco extravirgem é o queridinho do momento entre pesquisadores e pessoas em busca de um corpo mais magro e saudável. Por quê? Listamos os 10 motivos! Descubra agora!

1. É natural 
O óleo é extraído da fruta fresca, que passa pelas etapas de prensagem e filtração a frio, sendo livre de agrotóxicos. Como não sofre nenhum tipo de refinamento, é um produto 100% natural.

2. Ajuda a emagrecer
Aliado a uma alimentação balanceada e em conjunto com exercícios físicos, o óleo de coco gera calor durante o seu rápido processo digestivo. Com isso, ele aumenta o metabolismo e o gasto calórico, favorecendo a perda de peso. 

3. Hidrata os cabelos 
Sabia que o óleo de coco é excelente para ser usado na umectação, que você já aprendeu a fazer aqui no E-LINDA? Pois é, ele é um poderoso hidratante para os fios.

4. Melhora o funcionamento do intestino
Por agir como um regulador intestinal, ele funciona tanto contra a prisão de ventre quanto para os casos de diarréia.

5. Regula o colesterol e os triglicérides
O óleo de coco diminui os triglicérides e o mau colesterol (LDL), e aumenta o bom colesterol (HDL), prevenindo doenças cardiovasculares. Como se não bastasse, ele reduz as taxas de glicemia e a resistência à insulina, fatores positivos para prevenção e controle do diabetes.

6. Melhora a pele e combate o envelhecimento
Por atuar no bom funcionamento do intestino, o óleo de coco acaba contribuindo diretamente para uma pele mais saudável, afinal intestino funcionando é sinônimo de pele bonita. Além disso, ele também combate o envelhecimento, as doenças relacionadas à idade e a fadiga crônica. 

7. Não tem contra-indicação
O único cuidado é ir de leve, começando a consumi-lo aos poucos, para não estimular excessivamente o intestino. Inicie com meia colher de sopa ao dia e só aumente a dose gradualmente se você se sentir bem.

8. Promove saciedade 
O óleo de coco ajuda a diminuir o apetite e, em especial, a compulsão por doces. 

9. Melhora o sistema imunológico 
Por ser rico em ácido láurico – o mesmo ácido graxo presente no leite materno –, o óleo de coco melhora a absorção dos nutrientes, elevando as defesas do organismo. Ele também atua na prevenção e no combate de fungos, vermes e bactérias nocivas. 

10. É versátil
O óleo de coco tem sabor agradável e pode ser consumido puro ou usado em diversas preparações culinárias. Ele se mantém estável, mesmo quando submetido a altas temperaturas, por isso é bastante seguro para ser utilizado no preparo da comida, no lugar do óleo tradicional. Ele também não altera o sabor dos outros alimentos e pode ser misturado em sucos e vitaminas, usado em saladas e pães ou na receita de bolos e doces. Também pode ser aplicado nos cabelos, como já explicamos ali em cima.

Como usar o óleo de coco

Por ser um alimento, é preciso consumir o óleo de coco todos os dias para obtermos os benefícios. Só não podemos exagerar. Por ser uma fonte de gordura, ele não é magro: uma colher de sopa tem 110 calorias. Por isso, tome de duas a quatro colheres de sopa do óleo puro por dia, antes do almoço e antes do jantar. Mais do que isso, você pode ganhar uns quilinhos extras. Se for usá-lo em preparações, fique atenta para não ultrapassar a ingestão total de quatro colheres diárias. 

Em relação ao consumo do óleo em cápsulas, ainda não existem estudos clínicos que comprovem a quantidade exata a ser ingerida para obtermos todos os benefícios do óleo.

E atenção na hora da compra! Escolha sempre o óleo de coco extravirgem, conseguido por processos físicos a partir do coco fresco, preservando os nutrientes. O óleo refinado, obtido do coco seco, não traz os mesmos benefícios. 

Se preferir, você pode apostar no coco maduro (com casca marrom) in natura. Basta consumir de 20 a 30 gramas da fruta cortada em pequenas lascas como petisco na hora do lanche. Porém, a longo prazo, é muito mais fácil e prático consumir o óleo, que pode ser encontrado em supermercados e lojas de produtos naturais.

Texto: Vanessa Cusumano


Magra e com barriguinha? A culpa pode estar no que você come!

Alguns alimentos deixam a barriguinha saliente
Seu peso está em ordem, sua saúde também, mas aquela barriguinha chata teima em aparecer? A culpa está naquilo que você come! O fato é que muitos alimentos fermentam no estômago produzindo gases, que causam sensação de estufamento e distensão abdominal. O resultado é uma barriguinha saliente que aparece por algum tempo após a ingestão ou que acaba perdurando por dias e dias.

Bebidas gasosas, como refrigerante, cerveja e água com gás, aumentam o volume do abdômen. A ingestão de açúcar, gordura, embutidos, frituras, carne vermelha e massas brancas também. O mesmo vale para grãos, especialmente o feijão e a lentilha, batata, couve-flor, brócolis e queijo.

É claro que você não precisa eliminar esses alimentos do cardápio. Basta consumi-los com moderação, mastigar devagar, praticar exercícios físicos regularmente e ingerir fibras. 

Alimentos integrais e iogurtes naturais também são bem-vindos. Beba bastante água (sem gás), faça seis refeições leves por dia e não coma alimentos pesados à noite. 

Vale também policiar a sua postura. Sim, isso mesmo! Muitas vezes a barriguinha saliente é resultado da má postura. Por isso, peito para fora e barriga para dentro já!

Super dica

Para facilitar a digestão do feijão, deixe o grão de molho em água durante a noite antes do cozimento. No dia seguinte, troque a água e cozinhe o feijão normalmente. Isso diminuirá a formação de gases.

Texto: Vanessa Cusumano


Comida de praia: o perigo que compromete a boa forma e a saúde

Cair em tentação em meio ao mar e ao sol é comum durante as férias
Férias de verão na praia são sinônimo de diversão e comilança desregrada. Mais do banho de mar e sol, o local reserva também algumas armadilhas que comprometem não só a silhueta esbelta conquistada depois de muito trabalho, mas também a boa saúde.

Sem hora para nada, inclusive para comer, fica fácil perder a conta do que a gente ingeriu. Sem contar que, na praia, os riscos de intoxicação alimentar são grandes. 

Por isso, a principal dica é deixar a vergonha de lado e levar de casa os alimentos que você irá consumir. Prefira frutas picadas com suco de laranja para evitar que escureçam, sanduíche naturais, barrinhas de cereais e cookies integrais. Acondicione tudo numa lancheira térmica ou em uma caixa de isopor.

Para se hidratar, suco natural, água coco, isotônico e bastante água são as melhores pedidas. Vale até lançar mão de picolé de fruta. A idéia é repor água e os sais minerais perdidos com a transpiração.

Na hora de consumir alguma coisa comprada em quiosques ou barraquinhas, atenção redobrada! Verifique as condições de higiene do local e dos atendentes. Evite comprar maionese, molhos e carne nesses locais, pois esses alimentos podem esconder a salmonela, um micro-organismo que pode causar diarréia, vômito, desidratação e até levar à morte.

Comidas pesadas e gordurosas, frituras, queijos e presunto também não combinam com praia, por dificultarem a digestão. Já os camarão e os frutos do mar costumam causar intoxicações.

Cuidado também com o consumo de bebidas alcoólicas, que podem ocasionar desidratação, pois aumentam as idas ao banheiro, o que faz com que a gente perca água e nutrientes importantes.

Bombas calóricas

Você sabia um copo de batida de frutas com leite condensado, uma porção de bolinho de bacalhau, uma caipirinha e uma porção de lula à milanesa escondem juntos mais de 2 mil calorias, praticamente a média diária recomendada para um adulto?

Então, olho no que você come! E faça trocas inteligentes! Basta tirar a manteiga do milho, a fritura do peixe, o leite condensado da batida e por aí vai.

Confira quantas calorias possuem alguns alimentos vendidos nas praias:

Açaí com 1 banana e 1 colher de sopa de granola (1 tigela) - 355 kcal
Água de coco (1 copo de 200ml) - 44 kcal
Batata frita (1 porção pequena) - 420 kcal
Batida de frutas com leite condensado (1 copo de 200ml) - 505 kcal
Biscoito de polvilho (1 pacote) - 360 kcal
Bolinho de bacalhau (porção de 100g) - 480 kcal
Cachorro-quente com mostarda, ketchup e maionese - 610 kcal
Caipirinha (1 copo de 200ml) - 300 kcal
Caldo de cana (1 copo de 200ml) - 200 kcal
Camarão frito (porção com 5 unidades médias) - 115 kcal
Casquinha de siri - 210 kcal
Cerveja (1 lata) - 155 kcal
Churro com doce de leite - 320 kcal
Cocada branca - 140 kcal
Esfirra aberta de carne - 205 kcal
Espetinho de queijo coalho - 200 kcal
Isca de peixe frito (porção de 100g) - 394 kcal
Lula à milanesa (porção com 5 unidades) - 730 kcal
Milho verde cozido com manteiga - 200 kcal
Ostra (porção de 100g) - 81 kcal
Picolé de frutas - 60 kcal
Raspadinha (1 copo de 200ml) - 150 kcal
Sanduíche natural de peru - 260 kcal
 
Texto: Vanessa Cusumano


Plástica no bumbum: lipoenxertia ou prótese?

Ter um bumbum bonito e durinho já é um sonho mais do que possível 
A busca por melhorar a aparência e a forma do bumbum tem levado a um aumento na procura por cirurgias plásticas nessa área do corpo.

E são dois principais tipos de intervenções para os glúteos: a lipoenxertia estruturada e a prótese de silicone, indicadas sempre após uma criteriosa avaliação médica, respeitando as características clínica e física de cada paciente, conforme explica o médico Marcelo Wulkan, cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da Rhinoplasty Society e coordenador do Wulkan-Hurwitz Center for Plastic Surgery.



Conheça as técnicas cirúrgicas para o bumbum
 
A lipoenxertia estruturada pode ser feita em conjunto com a lipoaspiração. A gordura retirada de áreas como abdômen, culote, braços e coxas é tratada por meio de decantação e/ou centrífugação, com o objetivo de depurar o material e remover fragmentos, como sangue e soro que foi utilizado na lavagem, e injetá-la novamente no organismo. “A lipoenxertia estruturada é indicada em situações nas quais a gordura da paciente é suficiente para fornecer o aumento desejado ou preencher pequenas áreas de depressão”, explica o médico.
 
Já a prótese de gel de silicone é colocada entre os músculos das nádegas. A cicatriz fica escondida no sulco entre os glúteos e, normalmente, é de difícil percepção. O procedimento é indicado para quem deseja um grande aumento de volume com resultados quase que imediatos. "Mas existem algumas desvantagens, pois a prótese pode se mover, lesar nervos ou acontecer uma assimetria entre os dois glúteos", alerta Dr. Wulkan.

O pós-operatório das duas intervenções são diferentes, uma vez que o da prótese de silicone pode ser mais doloroso. Neste caso, a paciente não pode se deitar ou sentar no bumbum por alguns dias e, dependendo da técnica do cirurgião, será preciso retirar os pontos caso eles não sejam internos e absorvíveis. Além disso, a cicatriz é um pouco maior, pois precisa permitir a inclusão do implante. Já na lipoenxertia estruturada, o pós-operatório, geralmente, é bem menos doloroso. A pessoa pode sentar e deitar logo após o procedimento e não é necessária a retirada dos pontos, pois são poucos, internos e absorvíveis.
 
“A escolha da melhor técnica deve ser feita juntamente com o cirurgião, que irá avaliar o perfil e explicar as vantagens e desvantagens de cada uma delas para a paciente”, finaliza o cirurgião plástico.

Texto: VC


A verdade sobre os adoçantes

Nem todos os adoçantes do mercado possuem zero caloria
Não faltam nomes inusitados no mercado: aspartame, ciclamato, acessulfame k, stevia e por aí vai. Em meio ao mar de ofertas, fica mesmo difícil escolher o adoçante de todo dia. E essa escolha se torna ainda mais complicada ao levarmos em consideração que nem sempre os adoçantes passam incólumes pelas comunidades médica e científica.

Há quem defenda a toxidade deles e existe quem garante que eles são seguros para o organismo, desde que sejam tomados alguns cuidados, especialmente pelas grávidas e por quem apresenta problemas de saúde.

Sem contar que nem todos os adoçantes são menos calóricos do que o açúcar. Como se não bastasse, alguns estudiosos comprovaram que o adoçante faz a gente querer comer mais. Sim, por mais estranho que possa parecer, doces ou bebidas com adoçante não dão a mesma sensação de prazer dos produtos feitos com açúcar. O resultado é que podemos acabar exagerando na comilança em busca de um prazer inatingível. 

Vale lembrar que os adoçantes jamais devem ser consumidos à vontade, a fim de evitar o acúmulo de resíduos tóxicos do produto no organismo. Existe um limite máximo da quantidade que você pode ingerir. A informação costuma vir na embalagem.

Por essas e outras, médicos e nutricionistas são unânimes em um ponto: a não ser que você tenha diabetes, não despreze o açúcar, mas busque alternativas mais naturais, como açúcar mascavo, orgânico ou mel. Melhor ainda seria acostumar seu paladar aos sabores sem aditivos. Que tal experimentar um bom cafezinho sem adoçá-lo? 

Em todo caso, é hora de conhecer os diferentes tipos de adoçantes para saber qual é o mais indicado para você:

Acessulfame K: não tem caloria, adoça 200 vezes mais do que o açúcar comum, é resistente a altas temperaturas, não tem sabor residual e costuma ser mais usado em gomas de mascar e refrigerantes. Seu uso chegou a ser suspenso em 1988, quando testes norte-americanos associaram o adoçante ao desenvolvimento de tumores benignos e problemas de tireóide em animais. Porém, tempos depois, a falta de provas científicas concretas trouxe o acessulfame de volta ao mercado. Deve ser evitados por pessoas com deficiência renal e que têm o potássio controlado.
 
Aspartame: é calórico (possui 4 calorias por grama), adoça 200 vezes mais do que o açúcar e não possui sabor amargo. É o mais utilizado na forma líquida e em produtos light e diet, perde o sabor quando submetido a temperaturas superiores a 120ºC e é contra-indicado para quem tem enxaqueca e/ou fenilcetonúria. Enquanto alguns pesquisadores apontam a relação desse adoçante com a morte de neurônios e o aparecimento de câncer em ratos, outros vão na direção contrária, garantindo que o adoçante é totalmente seguro para consumo.
 
Ciclamato: não tem caloria, adoça 40 vezes mais do que o açúcar, é usado em refrigerantes, resiste a altas temperaturas e tem sabor residual amargo. Por conter sódio, deve ser evitado por hipertensos. É proibido em alguns locais (entre eles, EUA e Japão) por possíveis efeitos cancerígenos. Alguns países, no entanto, alegam falta de provas concretas dos malefícios e liberam o uso, como é o caso do Brasil.
 
Frutose: é natural e encontrada principalmente nas frutas, possui 4 calorias por grama, tem poder adoçante 170 vezes maior do que o açúcar e é muito usada em gelatinas, pudins e geléias diet e light. Deve ser utilizada com cautela por pessoas diabéticas e/ou com triglicérides elevados. Também é usada por atletas e pessoas com problemas gástricos e cardíacos.
 
Manitol, Sorbitol e Xilitol: contêm 4 calorias por grama, não causam cáries e, por isso, são largamente utilizados na produção de goma de mascar e balas. Entram também na composição de produtos dietéticos. Em grande quantidade têm efeito laxativo.
 
Sacarina: é o tipo mais antigo de adoçante artificial, tem capacidade de adoçar 300 vezes mais do que o açúcar e deixa sabor residual na boca. É utilizada em alimentos e medicamentos, como xarope para tosse. Não é recomendada sua utilização por grávidas. Chegou a ser condenada, pois seu uso já foi associado ao aparecimento de câncer. Por falta de comprovação científica, voltou a ser liberada em 2000.
 
Stevia: é natural, extraída de uma planta, adoça 300 vezes mais do que o açúcar, tem sabor residual forte e é um dos adoçantes mais consumidos nos EUA. Não contém calorias e é estável em altas temperaturas. É considerada sem toxicidade ao organismo e está amparada por pesquisas que mostram que ela combate obesidade e doenças cardíacas, podendo ser usada por diabéticos tranquilamente. 
 
Sucralose: não tem caloria, adoça 600 vezes mais do que o açúcar, não tem sabor residual e pode ser usada para cozinhar. É muito utilizada em alimentos e bebidas de baixas calorias. Já foi suspeita de causar câncer, mas nenhuma evidência foi comprovada. Alguns especialistas consideram que é o adoçante mais seguro.
 
Tagatose: também conhecida como natrulose, tem cerca de 1,5 caloria por grama, não causa cárie e costuma ser misturada com outros tipos de adoçante. Tem a mesma doçura do açúcar e não deixa gosto residual. Por ser novidade no mercado, ainda não é muito empregada, exceto em alguns refrigerantes. Ainda não há pesquisas que comprovem sua toxicidade.
 
Texto: Vanessa Cusumano


Gripes e resfriados: como se proteger

Gripes e resfriados são comuns nesta época do ano e podem ser evitados

O inverno chegou e com ele teve início a temporada de gripes e resfriados. Mas é claro que nós te damos uma forcinha você para se prevenir contra essas doenças e estar preparada para combatê-las. Confira 10 dicas para se proteger! 

1. Preste atenção na sua saúde
Se você tem predisposição a problemas respiratórios, como asma e rinite, a atenção deve ser redobrada e os cuidados reforçados.

2. Proteja-se do frio e do vento
Procure ficar sempre bem agasalhada e protegida do vento. Nesta época do ano, o ideal é evitar também bebidas e comidas geladas em excesso.

3. Fique longe de choques térmicos
Nada de tomar um gostoso banho bem quentinho e sair no frio logo em seguida.

4. Beba bastante líquido
Tome muita água para garantir o bom funcionamento do organismo.

5. Evite locais fechados
Tente não ficar em locais fechados com grande concentração de pessoas porque esses ambientes podem permitir a circulação dos vírus e aumentar a probabilidade de contaminação.

6. Mantenha a mucosa nasal umidificada
Com a diminuição das chuvas, aumenta a concentração de poeira e poluição no ar, o que acaba por provocar irritação na mucosa nasal, agora mais ressecada, e por isso desprotegida, em função do tempo seco. Por isso, os médicos recomendam a higienização nasal com soro fisiológico três vezes ao dia.

7. Lave as mãos
Uma das maneiras mais fáceis de se proteger contra gripes e resfriados é lavar as mãos com sabonete. A recomendação é lavar as mãos sempre após manusear ou pegar em objetos que possam ter sido tocados por outras pessoas, principalmente antes de comer. Se isso não for possível, evite levar a mão à boca e aos olhos. O uso de álcool gel para higienizar as mãos pode ser uma boa alternativa.

8. Alimente-se direito
Mantenha seu corpo saudável alimentando-se corretamente de forma balanceada. Fazendo isso, você fortalece seu sistema imunológico.

9. Exercite-se
Praticar exercícios regularmente garante condicionamento físico e proteção contra gripes, resfriados e uma série de outras doenças.

10. Respire bem
Melhorar a forma como você respira previne doenças, sabia? Quando respiramos errado não revitalizamos o corpo e a mente. Além disso, respirar mal pode influenciar o aumento de secreções, que facilitam processos infecciosos. E a melhor técnica para começar a melhorar a respiração pode ser feita em casa. Basta colocar a mão sobre o abdômen e verificar se o diafragma está sendo utilizado corretamente. Para isso, na inspiração a barriga deve subir e na expiração, descer. Repita várias vezes ao dia.

Texto: Vanessa Cusumano



Aprenda a comer fora

É possível manter uma alimentação saudável comendo fora de casa

Comer em restaurante é prático, fácil e tentador. Há tantas opções de pratos à nossa escolha, que fica complicado resistir à comilança e evitar os exageros. O resultado a gente sente na balança: os quilinhos a mais.

Mas saiba que é perfeitamente possível comer massas, ir à churrascaria e ao restaurante por quilo e, ainda assim, manter a forma.





Restaurante italiano

Para começar, dispense os pães e as torradinhas servidos como entrada. A farinha branca abre o apetite e faz com que a gente tenha vontade de comer sempre mais. Nessa hora, vá de salada ou legumes grelhados, que são opções mais saudáveis.

Na hora da massa, evite os molhos feitos com queijos e opte pelo molho de tomate, que é menos calórico. Escolha uma massa mais simples, como espaguete, ou recheada com ingredientes leves (ricota é uma boa opção). E não exagere no queijo ralado. Para acompanhar, opte por um filezinho de frango grelhado.

Se você adora uma lasanha, que tal escolher uma vegetariana com bastante espinafre, abobrinha ou berinjela e pouco molho branco?

O cardápio é pizza? Então pegue leve! Opte pela pizza light, feita com massa, molho de tomate e vegetais. E nada de mussarela, pois ela tem muita gordura e calorias demais.

Churrascaria

Na churrascaria, comece pela salada. Muita salada! Fazendo isso, você estará quase saciada na hora do rodízio de carnes. E fuja dos acompanhamentos, como molhos cremosos, maionese, batata frita, mandioca, polenta e banana à milanesa.

E não se esqueça de optar por fatias finas de carnes mais magras. Combine-as com folhas, palmitos e legumes cozidos.

Quilo

Antes de fazer seu prato, olhe todas as opções e tente escolher as mais leves. Se você se sentiu atraída pela torta de frango por exemplo, modere no pedaço e complete com uma colorida salada de folhas e legumes. Tempere com molho de iogurte ou um fio de azeite extravirgem, sal e gotinhas de limão (ou vinagre). Aliás, uma boa salada é sempre indispensável.

A dupla arroz e feijão também é bem-vinda, e deve estar acompanhada por carne magra, peixe ou frango assado, grelhado ou cozido. E esqueça frituras e gratinados.

Restaurante japonês

Fique de olho! Nem tudo por lá é light. Por isso, atenção: evite preparações fritas ou empanadas. Sashimis (peixes crus fatiados) podem ser comidos à vontade. Sushis (peixe cru com arroz), no máximo, oito unidades. Na hora do shoyo, molhe apenas a beirada do alimento.

Hora da sobremesa!

E se você é daquelas que não dispensam a sobremesa, vá de fruta! O abacaxi é uma excelente opção, por ser digestivo e refrescante.

Texto: Vanessa Cusumano


Driblando o cansaço

Driblar o cansaço requer atitutes simples e saudáveis

Sabe aquele dia em que aparece um cansaço inexplicável que mal deixa a gente parar em pé e até ficar com os olhos abertos? Nessa hora, sono, moleza e falta de concentração aparecem e estragam o nosso dia.

E isso tem solução? Tem sim! Siga as nossas dicas e aprenda a evitar a sensação de cansaço.

Durma bem
Uma boa noite de sono é fundamental para repor as energias. Sem isso, o dia seguinte se torna duro, arrastado e difícil. Para dormir bem, tome um banho bem relaxante, beba um copo de leite quentinho e respire lentamente antes de ir se deitar.

Beba água
Comece seu dia bebendo um bom copo d´água e não se esqueça de tomar cerca de dois litros do precioso liquido ao longo do dia. A desidratação leva à fadiga e faz mal à saúde.

Mexa-se
Uma boa dose diária de qualquer atividade física é fundamental. Exercícios físicos garantem pique e ânimo. De quebra, ganhamos bom humor e um corpo em forma. Se possível, exercite-se logo pela manhã.

Cochile
Tire uma soneca logo após ao almoço assim como os espanhóis. A pausa auxilia o processo digestivo e revigora. Mas não durma mais do que 20 minutos, ok? Se você passar desse tempo, o organismo entra em um sono profundo e fica difícil acordar e seguir seu dia.

Coma bem
Comer bem não é comer muito, mas direito. Uma alimentação leve e balanceada fornece a energia necessária para o seu dia. Alimente-se a cada duas horas, apostando em alimentos nutritivos e sem gordura.

E atenção!
Se mesmo assim o cansaço bater, passe uma água no rosto e tente fazer alguns exercícios rápidos de alongamento ou uma pequena caminhada. Um cafezinho pode ajudar, mas sem exageros. E fique atenta: muitas vezes o cansaço surge em função da rotina estressante. Neste caso, faça uma análise do seu dia-a-dia e adote um novo estilo de vida, mais tranqüilo e saudável.

Texto: Vanessa Cusumano



Durma bem: como escolher o travesseiro ideal

O travesseiro certo garante uma boa noite de sono e um dia cheio de energia

Se você faz parte do seleto time que acorda super bem, feliz da vida e sem dores no pescoço, fique à vontade para não ler esta matéria, afinal você já encontrou o seu travesseiro ideal. Se nada disso acontece e você acorda mal humorada, cansada e com aquela dorzinha chata, é hora de aprender a escolher a peça certa para que seu repouso seja gostoso e revigorante.

Para começar, acredite: o mais importante é a altura do travesseiro. Para não errar, imagine-se de pé, na vertical. Você não pode ficar com o queixo alto para cima. Sua cabeça também não pode estar caída para frente e muito menos pendendo para o lado. O travesseiro certo deve evitar que o peso da cabeça force a musculatura da coluna cervical. A peça, portanto, deve manter a cabeça em posição neutra.

Se você prefere dormir de lado, o seu travesseiro deve preencher o espaço entre o pescoço e a parte externa do ombro. Quem dorme de barriga para cima deve optar por uma peça um pouco mais baixa, mas que mantenha a coluna reta, ocupando o vão entre a nuca e o começo das costas, sem comprimir a coluna cervical nem deixar a cabeça caída. Porém, se você dorme de bruços, nem adianta sair em busca do travesseiro ideal. Neste caso, é melhor mudar de idéia e de posição na hora do sono. Dormir de barriga para baixo não é indicado pelos médicos por prejudicar a saúde. O ideal é deitar-se de lado, com os joelhos levemente flexionados.

Na hora da compra

Deixe a vergonha de lado, pense na sua saúde em primeiro lugar e não hesite: experimente o travesseiro na loja! Se houver uma cama por lá, deite-se nela sobre a peça que pretende levar para casa. Se não tiver nenhuma cama por perto, use a parede como apoio: fique de lado e encaixe o travesseiro entre o pescoço e o ombro ou, de costas para a parede, acomode a peça no vão da nuca. E lembre-se: o melhor travesseiro é aquele que tem o poder de se adaptar ao seu corpo. 

Os tipos de travesseiros

Atualmente, há uma série de materiais e novas tecnologias quando o assunto é travesseiro. E tudo isso, claro, influencia no conforto e na durabilidade da peça. O ideal, dizem os especialistas, é optar por um travesseiro que não deforme. Saiba escolher:

Flocos de espuma: esse travesseiro costuma ser bem macio, pois existem espaços entre os pedaços de espuma. O problema é que os flocos ficam soltos e se deslocam para os cantos durante a noite, fazendo com que a peça fique deformada e incapaz de sustentar a cabeça em posição neutra.

Espuma compacta: feitos de poliuretano, esses travesseiros são um pouco mais durinhos e não cedem com o peso da cabeça, fazendo com que a altura da peça se mantenha durante a noite. Não é muito indicado para quem muda de posição durante o sono.

Espuma viscoelástica: também conhecido como “espuma da Nasa” (por ter sido desenvolvido pela agência espacial americana), o material se adapta ao contorno e à temperatura do corpo sem exercer pressão na musculatura. Costuma ser o mais indicado pelos especialistas. Quem dorme de barriga para cima deve optar pelo material inteiriço. Se você dorme de lado, escolha viscoelástico em flocos.

Espuma látex: por ter uma estrutura perfurada, formando canais de circulação do ar, esse travesseiro se torna uma opção confortável para quem dorme de barriga para cima. Não é recomendado para quem se mexe muito durante a noite, pois exerce pressão contrária ao peso da cabeça.

Microfibra: também conhecido como pluma sintética de poliéster siliconada, o material é bem flexível e macio, mas se deforma com facilidade. Por ser sintético, costuma ser quente no verão.

Plumas e penas de ganso: são os travesseiros mais requintados, leves, moldáveis e macios do mercado, ajustando-se ao formato da cabeça. Não é uma boa opção para quem dorme de lado, pois sua estrutura não suporta bem o peso do corpo, desalinhando a cervical com o tronco quando estamos deitados. Além disso, são os que mais acumulam ácaros e bactérias.

Dicas de uso

Vida útil
Troque seu travesseiro a cada dois anos. Depois desse período, há grande acúmulo de bactérias, pele morta, saliva e ácaros, que podem prejudicar a saúde. Além disso, a estrutura da peça estará comprometida.

Proteção antiácaro
Travesseiros com esse tipo de proteção são essenciais para proteger o produto de ácaros e bactérias. Vale a pena investir em peças com o tratamento.

Higienização
Respeite atentamente as instruções de limpeza do fabricante. Evite lavar a peça com freqüência, pois ela perde a forma e pode acumular umidade no interior.

Manter o formato
Procure sacudir e bater seu travesseiro diariamente, além de deixá-lo em local bem ventilado para evitar odores desagradáveis.

Ombros
Se você tem ombros estreitos, aposte em um travesseiro baixo. Quem tem ombros largos pode usar uma peça mais alta e larga.

Dois travesseiros
Se você gostar de ter um travesseiro para abraçar ou colocar entre as pernas na altura do joelho durante a noite, escolha uma peça bem fina e molinha. E nada de dormir com dois deles sob a cabeça, colocando um sobre o outro.

Dobrar o travesseiro
Não dobre o seu travesseiro. Ele ficará alto demais e vai forçar a região cervical.

Sem travesseiro
Dormir sem travesseiro traz o mesmo resultado que repousar sobre uma peça muito baixa: cabeça caída, forçando a coluna cervical. E quem dorme de barriga para cima tem grande chance de roncar.

Texto: Vanessa Cusumano


Exagerei nas festas, e agora?

Depois dos excessos de fim de ano, é hora de limpar o organismo

Para muita gente, os primeiros dias do ano podem ser resumidos do seguinte modo: culpa. Seja pelo exagero na comilança ou pelo excesso de bebida alcoólica durante as festas, esse sentimento bate forte e quase sempre culmina nos indesejáveis quilinhos a mais. Se você faz parte desse time, fique ligada nas dicas para limpar seu organismo.

Siga uma dieta leve
O primeiro passo é pisar no freio e partir para uma dieta leve, repleta de frutas, verduras e legumes. A ingestão de água, sucos naturais, água de coco e chás gelados também é mais do que bem-vinda. Fibras também são boas pedidas, pois auxiliam no bom funcionamento do intestino e fazem um bem danado a todo o corpo. E não se esqueça de mastigar muito bem os alimentos.

Faça substituições inteligentes
Procure se focar em uma alimentação mais natural. Além disso, substitua os alimentos tradicionais pelos lights e integrais. Troque o queijo amarelo pelo branco e o leite integral pelo desnatado. Evite cafeína, gorduras, álcool, sal e açúcar. Esqueça frituras e aposte em carnes magras assadas, cozidas ou grelhadas.

Nada de pular refeições
Não pule nenhuma refeição, pois o jejum por tempo prolongado faz mal e abre a porta para a fome bater com força, principalmente à noite, resultando em mais comilança desenfreada. O ideal é fazer pequenos lanches entre as principais refeições. Opte por iogurtes, barrinhas de cereais ou frutas.

Mexa-se
Fato: a atividade física favorece a eliminação de peso e toxinas. Aposte nela diariamente! Outra vantagem: os exercícios melhoram o humor e conferem energia para você encarar as tarefas do cotidiano. Trinta minutos de caminhada por dia já ajudam.

Durma bem
Impossível manter o sono em ordem durante o Natal e o réveillon, não é mesmo? Pois saiba que a falta de sono prejudica, e muito, o corpo e a mente. Dormir mal estressa, engorda e causa falta de concentração, entre outros problemas. 
 
Texto: Vanessa Cusumano



Dietas: o certo e o errado

Algumas dicas fazem com que sua dieta seja bem sucedida

Quando o assunto é dieta, quase sempre as nossas dúvidas são as mesmas. E os erros também, especialmente quando nos arriscamos a fazer regime sem acompanhamento nutricional.

Saiba agora o que é certo e o que é errado na hora de perder peso!

Confira!



Frituras estão proibidas no cardápio. CERTO
Além de contribuírem para o surgimento de doenças cardiovasculares, aumento da pressão arterial e câncer, as frituras são altamente calóricas: 1 grama de gordura tem 9 calorias.

Posso comer frutas e saladas à vontade. ERRADO
Tudo o que você ingerir “à vontade” pode causar prejuízo. Por menos calórica que uma fruta seja, em excesso ela será capaz de te deixar com alguns quilinhos a mais, já que seu corpo armazenará o excedente sob a forma de gordura. Em relação às saladas, o perigo está nos molhos e nos acompanhamentos, muitas vezes repletos de calorias. Fique de olho!

Comer doce é proibido. ERRADO
Eliminar uma fonte de prazer pode ser devastador para sua dieta, já que você terá dificuldade de levar seu regime adiante. Se você não dispensa um docinho, não se preocupe. O segredo é evitar os excessos e optar por doces menos calóricos, como picolés de fruta e gelatina.

Comer de três em três horas ajuda a emagrecer. CERTO
Fazer cerca de seis refeições ao longo do dia acelera o metabolismo, o que ajuda a promover a perda de peso. Além disso, a distribuição dos alimentos em diferentes horários evita que você fique com fome e acabe exagerando na hora de fazer as principais refeições. Mas atenção: cada refeição pede uma escolha equilibrada e saudável.

Exercício físico é indispensável para perder peso. CERTO
Para emagrecer com saúde é essencial unir uma dieta equilibrada a exercícios físicos. Além de acelerar o metabolismo e queimar gordura, malhar garante bom humor, tonifica o corpo e confere energia para as tarefas diárias. Inclua atividades físicas na sua rotina. Pratique três vezes na semana por, pelo menos, meia hora. E vale tudo: caminhar, dançar, andar de bicicleta, nadar, jogar vôlei...

Fazer jejum emagrece. ERRADO
Pular refeições dificulta, e muito, a perda de peso. O corpo acaba armazenando energia demais e gastando menos. Sem contar que o organismo queimará não apenas a reserva adiposa, mas também a massa muscular, o que é extremamente prejudicial à saúde.

Substituir refeições por shakes dá certo. DEPENDE
Se o shake for menos calórico do que a sua refeição habitual, pode até funcionar. O problema é que ele não contém todos os nutrientes dos quais o organismo precisa e que são fornecidos em uma refeição convencional. Sem contar que ninguém consegue viver de shake por muito tempo. Se mesmo assim você quiser entrar nessa, substitua o jantar pelo shake, mas só às vezes (nunca por longos períodos).

Carboidratos devem ficar de fora da dieta. ERRADO
Dietas restritivas nunca dão certo. Em primeiro lugar porque ninguém consegue viver assim por muito tempo, e a conseqüência acaba sendo o efeito sanfona. Em segundo, porque o corpo precisa de nutrientes variados e eliminar essas fontes é prejudicial para o organismo. Mau humor, cansaço, alterações no sono e perda de massa muscular são as conseqüência de uma dieta sem carboidratos. O nutriente é essencial para fornecer energia. Dê preferência a pães integrais e massas acompanhadas por molhos saudáveis. Se você não resiste a uma boa pizza, escolha coberturas feitas com vegetais, como rúcula, escarola, brócolis, e queijos magros, como a ricota. E não exagere! Lembrando que a prática de evitar carboidratos à noite (defendida por quem deseja perder peso) é condenada por especialistas (a falta do nutriente no jantar pode desencadear fome compulsiva e hipoglicemia, especialmente se você faz exercício à noite).

As dietas da moda funcionam. ERRADO
Normalmente essas dietas eliminam o consumo de determinado grupo de alimentos e exageram na ingestão de outros. Justamente por serem restritivas, elas não funcionam, conforme explicamos aí em cima quando falamos sobre os carboidratos. Além disso, nessas dietas, a pessoa perde principalmente água e músculos, o que prejudica o bom funcionamento do organismo. Sem contar que esses regimes detonam o bom humor e causam crises de estresse, quando não comprometem gravemente a saúde. 
 
Texto: Vanessa Cusumano



Coma bem e enxergue longe

Uma alimentação equilibrada protege seus olhos

Os olhos e a boca estão mais ligados do que imaginamos. Estudos comprovam que aquilo que comemos está diretamente relacionado com o que vemos. Sim, a saúde dos olhos começa pela boca!

Os pesquisadores são unânimes em afirmar que uma boa dose dos nutrientes certos é capaz de proteger a visão e prolongar a capacidade de vermos bem. E o contrário também é verdadeiro; uma alimentação desequilibrada pode contribuir para acelerar o surgimento de problemas, entre eles a degeneração macular e a catarata, normalmente relacionados à idade.

Para enxergar longe, o segredo é apostar em alimentos naturais, como frutas, legumes e verduras. O consumo regular de peixes é outra grande pedida. Rico em ômega-3, os pescados diminuem o risco de degeneração macular. Como se não bastasse, o ômega-3 protege a retina contra inflamações, ajuda na lubrificação do globo ocular e preserva os vasos que irrigam os olhos. A conclusão é de uma pesquisa feita pela Universidade de Melbourne, na Austrália.

Nozes e castanhas também fazem um bem danado aos olhos. Dois punhados por semana garantem uma boa dose de substâncias antioxidantes, que retardam o envelhecimento precoce. Frutas cítricas também são ricas em antioxidantes e devem fazer parte da dieta. Folhas verde-escuras e milho também não podem faltar. Eles possuem substâncias que protegem contra a degeneração dos olhos. O azeite de oliva e a linhaça são outros importantes aliados da boa visão.

Já a cenoura, o tomate, os ovos, a abóbora e o bife de fígado são o quinteto fantástico, pelo menos para os nossos olhos. Todos eles são excelentes fontes de vitamina A, que além de manter a lubrificação do globo ocular, facilita que a gente enxergue quando há pouca luz ou no escuro. Vale ressaltar que a carência do nutriente costuma ser a causa da chamada cegueira noturna, que acomete aqueles que têm dificuldades para ver ao entardecer, à noite ou sob luz escassa.

Por outro lado, as guloseimas devem ser evitadas. Por conterem gordura trans, elas podem acelerar a degeneração macular. Por isso, nada de se entupir de doces, biscoitos e salgadinhos. Seus olhos não agradecem! Açúcar refinado e carne vermelha em excesso também trazem prejuízos aos olhos.

Os indispensáveis para enxergar bem:

Peixes
Nozes
Castanhas
Azeite de oliva
Linhaça
Frutas cítricas
Folhas verde-escuras
Milho
Cenoura
Abóbora
Tomate
Leite
Ovos
Bife de fígado

 
Consuma com moderação:

Doces
Biscoitos
Salgadinhos
Açúcar refinado
Carne vermelha

Texto: Vanessa Cusumano



10 dicas para não sair da dieta em tempos de festa junina

Junho é mês de festas e de quitutes deliciosos
A tentação é grande, a variedade enorme, os sabores fantásticos, o clima convidativo e a fome, em tempos frios, tentadora. Resultado: depois da noite de São João, os ponteiros da balança disparam.

A nutricionista Michelle Barrella, da Clínica Arthys, preparou uma lista com dez dicas para todo mundo pular fogueira e se deliciar sem sair da dieta durante os arraiais. “Para poder comer guloseimas sem culpa, é preciso aprender a equilibrar a alimentação. Essa é a chave para a boa forma!”, ensina.







Dicas 

1. Não pule refeições ao longo do dia, pois a probabilidade de exagerar quando for comer as guloseimas será muito maior.

2. Aja de maneira consciente: dê preferência às preparações mais saudáveis e mais leves. Aquelas com muitos cremes, recheios, com embutidos e fritas devem ser evitadas.

3. Lembre-se do óbvio: açúcar e gordura engordam e trazem prejuízos à saúde, então minimize a ingestão ao máximo! A escolha é o caldo verde? Ótimo! Mas dispense as carnes salgadas (enquanto cozinham, elas liberam gordura para o caldo). O milho cozido é o eleito? Esqueça o sal adicional e a manteiga ou margarina por cima. Se é o cuscuz que faz você salivar, mesmo com dor no coração, agradeça e fuja do leite condensado.

4. Saboreie o que está comendo com calma. Apesar da agitação, a festa não é uma gincana para ver quem come mais rápido. Aprecie, mastigue, sinta os sabores. A saciedade demora um pouco a aparecer e também depende da mastigação.

5. Se você é daqueles que na primeira mordida já pensam “hummmmm, o que mais terá de gostoso aqui para comer?!”, mesmo com vontade de logo garantir sua outra fatia de bolo de aipim, pare, beba meio copo de água, aprecie a festa, jogue conversa fora com amigos ou vá assistir a dança das crianças. Aí sim volte a pensar no que irá comer, sempre com moderação, se ainda tiver vontade.

6. Se são muitas as festas as quais você tem que comparecer, e não pode se dar ao luxo de um pecadinho - pois a balança não anda permitindo -, coma em casa antes de ir (jante ou faça um lanche reforçado). Para não se sentir diferente, durante a festa beba um suco ou eleja uma sobremesa mais levinha em uma porção pequena e saboreie devagar. Assim você não se sentirá perseguida pela comida e pela pergunta: “Você não vai comer nada? Está tudo tão gostoso!”.

7. Se a festa é organizada por você ou por amigos, que tal optar pelas versões light das receitas? Muitas receitas com redução de calorias não têm alteração no sabor.

8. Uma dica valiosa: sabia que se você reduzir a quantidade de açúcar e gordura (óleo, manteiga, margarina) da receita original, o resultado final na maioria das vezes não sofre prejuízo e o sabor permanece idêntico? Tenha em mente que, por exemplo, em diversas receitas quando são recomendadas três xícaras de açúcar, apenas uma bastaria. Teste! Vale a pena! Faça trocas espertas: farinha de trigo comum por metade ou totalidade de farinha integral, farelo de aveia, quinua ou preparados sem glúten; açúcar por adoçante, mel ou xarope de agave; leite integral por desnatado, extrato de soja ou água.
 
9. Assim que chegar à festa, beba 200ml de água sem gás, mesmo que não esteja com sede. Observe quais são as opções de bebidas e comidas oferecidas e quais delas você gostaria de comer. Faça mentalmente uma ordem decrescente do que mais deseja para o que menos deseja com três a cinco opções se as porções forem pequenas (caso sejam grandes, são três opções). Se você chegou à festa com fome, priorize iniciar com uma opção salgada. E o pulo do gato: siga as dicas anteriores de comer devagar, mastigar e refletir enquanto come (se fizer isso, é bem provável que antes da terceira opção você já esteja satisfeita e feliz por ter mantido seu compromisso com você).

10. Não leve nada para casa. O que tiver de comer, coma na festa. Nada de levar um bolinho para o café da manhã ou um caldinho para o jantar do dia seguinte. Lembre-se: são muitas festas juninas, julinas e agostinas que acontecem. Com certeza a de hoje não será a última oportunidade de provar a cocada da dona fulaninha!

Texto: VC



Drenagem linfática em casa

A drenagem linfática beneficia a barriga, o bumbum e as pernas
Amenizar a celulite, eliminar toxinas, estimular a circulação e desinchar o corpo em casa e sozinha tem jeito? Tem sim! Algumas manobras simples e fáceis farão um ótimo trabalho.

O segredo é reservar três dias por semana para a massagem, que deve ser feita sempre após o banho e com a ajuda de um creme anticelulite ou redutor de medidas.

Barriga
Comece colocando as mãos na cintura. Como se você estivesse espremendo a barriga, deslize as mãos pressionando-as até que elas se encontrem no umbigo. Em seguida, faça com que as mãos desçam com uma leve pressão em direção à virilha. Faça 5 vezes. Agora posicione os três dedos do meio acima do seu umbigo. Faça uma massagem capaz de pressionar e contornar o umbigo, bem devagar, em espiral. O movimento começa curto e deve ir descendo. Repita 5 vezes. 

Bumbum
Posicione os três dedos do meio na dobrinha do bumbum. Pressione moderadamente os dedos médio e indicador e suba-os lentamente, até a cintura. Faça esse movimento 8 vezes.

Pernas
Com os pés apoiados em uma bancada, vá apertando as pernas do tornozelo em direção ao joelho como se você estivesse vestindo uma meia calça. Na seqüência, faça o movimento da coxa ao bumbum. Repita 12 vezes. 

Texto: Vanessa Cusumano



Mantenha a coluna em ordem!

Boa postura, exercícios e atenção ajudam a manter a coluna em ordem
A coluna tem uma árdua missão: nos sustentar o dia todo e “guardar” a medula espinhal, de onde partem os nervos que levam e trazem mensagens entre o cérebro e todo o corpo. É por isso que ela precisa ser sempre muito bem cuidada.

Porém, no dia-a-dia, o fato é que a coluna acaba sendo uma das partes do nosso corpo mais maltratadas, ainda que de forma inconsciente. É um tal de torce, revira, abaixa e dobra sem fim. Isso sem contar a má postura que adotamos ao longo do dia e da noite. E aí não tem escapatória: a idade chega e as dores nas costas também.

Um jeito de cuidar bem da coluna é praticar exercícios físicos. De quebra, eles são grandes aliados da boa postura. Ioga e pilates são ótimas opções.

Conheça agora alguns cuidados para manter a coluna firme e saudável!

Como cuidar da coluna

Caminhe corretamente com consciência dos movimentos. A cabeça deve estar alinhada aos ombros, que devem ficar relaxados. Os braços ficam perto do corpo e os cotovelos a 90 graus. Olhos firmes no horizonte e pés bem apoiados no chão. A coluna deve estar sempre reta.

No trabalho, quando estiver sentada na frente do computador, imagine um fio puxando sua cabeça para cima e esticando a coluna bem devagar. Aproveite e estique suas costas. Fique assim por alguns segundos e relaxe. Faça este exercício todos os dias.

• Crie o hábito de se alongar diariamente. Faça uma sessão completa por dia. E não dispense pequenas pausas para soltar e relaxar o corpo ao longo do seu dia de trabalho.

• Na hora de pegar um objeto do chão, dobre seus joelhos e desça sem pressa. Você vai ficar de cócoras e levantar devagar sem forçar a lombar, mantendo o abdômen para dentro. A idéia é que o peso seja absorvido pelas pernas, e não pela coluna, o que seria prejudicial.

• Nada de levar a bolsa sempre sobre o mesmo ombro. Reveze!

Distribua bem o peso das sacolas de compras entre os dois braços.

Sente-se direito! As costas devem estar apoiadas no encosto da cadeira, solas dos pés completamente no chão e joelhos ligeiramente acima do nível dos quadris. Se os pés não alcançarem o chão corretamente, use um apoio.

• Evite calçar sapatos em pé para não dobrar sua coluna para frente e forçar a lombar. Procure colocar seu sapato sentada. O mesmo vale na hora de calçar as meias.

• Para sair do carro sem prejudicar a coluna, gire as pernas e o tronco para fora ao mesmo tempo. Para entrar, não se curve para frente. Ao lado do banco, dobre os joelhos, mantenha a coluna reta e entre no automóvel de costas ou de lado, girando as pernas e o tronco ao mesmo tempo.

Automassagem na coluna

A automassagem é a forma mais simples e eficaz de relaxar a coluna e aliviar dores tensionais. Quando você se massageia, sabe exatamente até onde ir, sem causar desconforto, e onde merece mais atenção. Aprenda agora algumas manobras para você fazer em casa em prol da sua coluna. Você só vai precisar de duas bolinhas de tênis e de duas hastes de bambu do tamanho e da espessura de um cabo de vassoura.

Manobra 1
Deitada de costas no chão, posicione uma bolinha de tênis logo acima do osso sacro, na base da coluna vertebral. Dobre os joelhos, apóie os pés no chão e role lentamente o corpo para a direita e depois para a esquerda. Eleve as pernas em direção ao tórax com os joelhos dobrados e permaneça nesta posição alguns minutos. Os movimentos massageiam e relaxam a região lombar.

Manobra 2
Deitada de barriga para cima, braços abertos apoiados no não, posicione duas bolinhas de tênis no meio das costas, nas laterais da sua coluna, um pouco abaixo da linha dos braços. Inspire de forma profunda e expire lentamente, sentindo o relaxamento da musculatura superior das costas.

Manobra 3
Sentada com as pernas cruzadas, incline o tronco um pouco para frente. Segure cada extremidade da haste de bambu com uma mão e role o talo nas laterais das costas, da bacia até as axilas. Massageie os dois lados do corpo sem rolar o bambu no centro das costas, já que a massagem deve ser feita apenas nos músculos para relaxá-los, e não sobre os ossos da coluna.

Manobra 4
Coloque duas hastes de bambu no chão lado a lado, de forma paralela, e deite de costas sobre elas. Cada haste deve ficar ao lado da sua coluna. Eleve as pernas em direção ao tórax e abrace seus joelhos. Balance para frente, para trás e para os lados. A massagem vai soltar a musculatura das costas.

Texto: Vanessa Cusumano